| Rodrigo Fonseca | |
Na Munheca - Apresente o Rodrigo Fonseca pro pessoal que não te conhece Rodrigo Fonseca - Rodrigo Fonseca
é um kriptoniano tardio que chegou a Bonsucesso, na Zona Norte
do Rio de Janeiro em 1979. Minha nave-placenta foi encontrada por um casal
de quitandeiros portugueses que me ensinou a dominar minhas habilidades
mutantes (apetite voraz por artes audiovisuais e seqüênciais
é o mais perigoso). Para me disfarçar entre os mortais,
assumi a profissão de repórter (crítico de cinema
inclusive) atuando na áea desde 2000. Passei por veículos
como Jornal do Brasil (cinco anos com carteira assinada e PIS, mas no
FGTS), Veredas, Revista da OI, Revista de Cinema e O GLOBO (onde espero
me aposentar antes de instalar minha própria Fortaleza da Solidão),
sempre como repórter e crítico. Na Ediouro, atuei como editor,
tendo criado a revista Star Wars e publicado as minisséries Arthur
- Uma Epopéia Celta, Aquablue e Quark, além do álbum
Criaturas da Noite. Informações essenciais: torço
pelo Fluminense, escrevi e publiquei um livro ("Meu compadre cinema
- Sonhos, Saudades e Sucessos de Nelson Pereira dos Santos"). NM - Quais os planos da Pixel
Media pra 2006? RF- Continuar com mais dois
álbuns do Manara, publicar todo o Pratt de "Cort Maltese"
e ampliar o flanco americano, com Brian Michael Bendis, Steve Rude e outros.
Mas o brasileiríssimo Flávio Colin é prioridade.
Vamos editar o álbum póstumo "O Curupira", em
cores. RF - A internet é a
bomba H da comunicação de massas na atualidade. Ela é
um veículo de difuisão ideal para lançamentos. Como
suiporte artísticos de quadrinhos, creio que ela ainda não
encontrou uma forma.
RF - Em sebos é fácil achar uma obra-prima dos anos 80 chamada "Cinder & Ash". É imperdível. Atualmente, catem o Arqueiro Verde do Phil Hester.
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